Quantas e quantas vezes desesperou pelo toque da campainha para sair da sala de aula? Talvez o problema não fosse apenas seu e dos seus colegas, mas do ensino.
Um novo estudo, levado a cabo nos Estados Unidos da América, revela que alunos submetidos ao formato de aulas tradicionais, como uma palestra, são mais facilmente reprovados do que alunos com processos de aprendizagem mais activos.
O biólogo Scott Freeman, da Universidade de Washington, analisou 225 estudos sobre métodos de ensino e não tem dúvidas: o modelo imposto pelas universidades fundadas na Europa Ocidental, tem mais taxas de insucesso.
Os resultados do referido estudo foram publicados pela National Academy of Sciences, e demonstram claramente que uma abordagem ao ensino que transforme os alunos em participantes activos vai ter uma redução da taxa de reprovação e aumentar a média de notas em cerca de 6%.
Scott Freeman diz que começou a utilizar estas novas técnicas, embora ainda utilize slides do Power Point, mas apresentando apenas perguntas que vai resolvendo ao longo da aula.
O biólogo Scott Freeman, da Universidade de Washington, analisou 225 estudos sobre métodos de ensino e não tem dúvidas: o modelo imposto pelas universidades fundadas na Europa Ocidental, tem mais taxas de insucesso.
Os resultados do referido estudo foram publicados pela National Academy of Sciences, e demonstram claramente que uma abordagem ao ensino que transforme os alunos em participantes activos vai ter uma redução da taxa de reprovação e aumentar a média de notas em cerca de 6%.
Scott Freeman diz que começou a utilizar estas novas técnicas, embora ainda utilize slides do Power Point, mas apresentando apenas perguntas que vai resolvendo ao longo da aula.
"O meu curso de biologia ganhou 700 alunos", afirma.
